Achando-se Dom Bosco com várias pessoas, durante o jantar, mandou ler uma carta do bispo de Spoleto, que lhe fazia grandes elogios.
O Pe. Francesia perguntou:
— O senhor não fica envaidecido com tantos elogios?
— Ora essa! Habituei-me a ouvir de tudo. Para mim tanto faz ler uma carta repleta de louvores como uma cheia de insultos. Quando me vem uma dessas cartas elogiosas, eu gosto de confrontá-la com as outras, e repito comigo mesmo: Como são desencontrados os juízos dos homens! Digam elas o que disserem, só interessa o que sou perante Deus.
(Fonte: Marquês Felipe Crispolti, "Dom Bosco", Salesiana, SP, 1945)
─ No próximo encontro eu pregarei sobre a mentira, baseado no Capítulo 17 do Evangelho de São Marcos, e gostaria que todos o lessem, para facilitar o entendimento.
No dia aprazado, começou o sermão perguntando:
─ Os que leram o Capítulo 17 de São Marcos, por favor levantem a mão.
Quase todas as mãos se levantaram.
─ Vocês são exatamente as pessoas às quais se aplica o que eu tenho a falar, porque não existe o Capítulo 17 em São Marcos.
Que a paz de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Maria Santíssima, nossa mãe e a paciência de Teresa de Jesus estejam sempre contigo !
vc nao precisa mudar de religiao, vc precisa mudar de atitudes.
hj é o dia de nossa queridissma Santa Teresinha do Menino Jesus
1 de outubro
Santa Teresinha do Menino Jesus (de Lisieux)
A vida da santa Teresa de Lisieux, ou santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, seu nome de religiosa e como o povo carinhosamente a prefere chamar, marca na história da Igreja uma nova forma de entregar-se à religiosidade. No lugar do medo do "Deus duro e vingador", ela coloca o amor puro e total a Jesus como um fim em si mesmo para toda a existência eterna. Um amor puro, infantil e total, como deixaria registrado nos livros "Infância espiritual" e "História de uma alma", editados a partir de seus escritos. Sua vida foi breve, mas plena de dedicação e entrega. Morreu virgem como Maria, a Mãe que venerava, e jovem como o amor que vivenciava a Jesus, pela pura ação do Espírito Santo.
Teresinha nasceu em Alençon, na França, em 2 de janeiro de 1873. Foi batizada com o nome de Maria Francisca Martin e desde então destinada ao serviço religioso, assim como suas quatro irmãs. Os pais, quando jovens, sonhavam em servir a Deus. Mas circunstâncias especiais os impediram e a mãe prometeu ao Senhor que cumpriria seu papel de genitora terrena, mas que suas filhas trilhariam o caminho da fé. E assim foi, com entusiasmada aceitação por parte de Teresinha desde a mais tenra idade.
Caçula, viu as irmãs mais velhas, uma a uma, consagrando-se a Deus até chegar sua vez. Mas a vontade de segui-las era tanta que não quis nem esperar a idade correta. Aos quinze anos, conseguiu permissão para entrar no Carmelo, em Lisieux, permissão concedida especial e pessoalmente pelo papa Leão XIII.
Ela própria escreveu que, para servir a Jesus, desejava ser cavaleiro das cruzadas, padre, apóstolo, evangelista, mártir... Mas ao perceber que o amor supremo era a fonte de todas essas missões, depositou nele sua vida. Sua obra não frutificou pela ação evangelizadora ou atividade caritativa, mas sim em oração, sacrifícios, provações, penitências e imolações, santificando o seu cotidiano enquanto carmelita. Essa vivência foi registrada dia a dia, sendo depois editada, perpetuando-se como livro de cabeceira de religiosos, leigos e da elite dos teólogos, filósofos e pensadores do século XX.
Teresinha teve seus últimos anos consumidos pela terrível tuberculose, que, no entanto, não venceu sua paciência com os desígnios do Supremo. Morreu em 1° de outubro de 1897, com vinte e quatro anos, depois de prometer uma chuva de rosas sobre a Terra quando expirasse. Essa chuva ainda cai sobre nós, em forma de uma quantidade incalculável de graças e milagres alcançados através de sua intervenção em favor de seus devotos.
Teresa de Lisieux foi beatificada em 1923 e canonizada em 1925 pelo papa Pio XI. Ela, que durante toda a sua vida teve um grande desejo de evangelizar e ofereceu sua vida à causa missionária, foi aclamada, dois anos depois, pelo mesmo pontífice, como "padroeira especial de todos os missionários, homens e mulheres, e das missões existentes em todo o universo, tendo o mesmo título de são Francisco Xavier". Esta "grande santa dos tempos modernos" foi proclamada doutora da Igreja pelo papa João Paulo II em 1997.
"Muitas vezes a nossa recusa a DEUS,as nossas atitudes de não querermos reconhecer que a DEUS pertencemos é o fato de que as coisas não acontece conforme queremos, mas vejamos, somos de DEUS e ele nos dá tudo o que nós necessitamos, não tudo o que nós queremos, um não de DEUS é melhor do que um sim do mundo".
Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.
Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio. A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.
Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o porquê daquela CICATRIZ.
A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo.
O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.
Silêncio total em sala.
- Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeiras pegavam fogo e estava muito quente...
Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chama as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha estar lá dentro!'
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha. Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e coloquei ele no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.
Saí entre as pessoas e quando perceberam, eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente,
mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito.
Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...
A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha beija porque sabe que é marca de AMOR.
Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZES.
Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.
A aproximadamente a 2000 anos atrás JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.
Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES. Essas também são marcas de AMOR.
Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido se agarrar a parte dos destroços para poder ficar boiando. Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada e fora de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente. Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva de animais e para guardar seus poucos pertences, e como sempre agradeceu. Nos dias seguintes a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia. No entanto, um dia, quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente desesperado ele se revoltou, gritava chorando: - O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo? Chorou tanto, que adormeceu profundamente cansado. No dia seguinte, bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava. - Viemos resgatá-lo - disseram. - Como souberam que eu estava aqui? - perguntou ele. - Nós vimos o seu sinal de fumaça!
As coisas acontecem conforme a vontade de nosso senhor DEUS, saiba que DEUS nunca te abandonou e em momento algum ele te abandonará, sabe por quê? Porque você pertence ao senhor.
Sl 26,10 "se meu pai e minha mãe me abandonarem, o senhor me acolherá"
Certa noite, um homem estava dormindo em sua cabana quando, de repente, uma luz inundou o seu quarto e Deus lhe apareceu dando-lhe uma incumbência; disse-lhe:—”há uma grande rocha defronte à sua cabana; doravante, dia após dia, quero que você a empurre (PUSH) com toda a sua força”. Surpreso com a inusitada visão o homem resolveu obedecer.
Dia a dia ele pelejava com seus ombros escorados na fria e maciça superfície da rocha, empurrando-a com toda a sua força, mas ela não se mexia.
E cada noite, aborrecido, retornava à sua cabana, sentindo que o seu esforço era em vão.
Percebendo o desânimo do homem, o adversário (Satanás) decidiu entrar em cena colocando pensamentos em sua mente desgastada: “você tem empurrado essa rocha por tanto tempo, e ela ainda não se moveu. Não acha melhor desistir? Deixe essa tarefa para outro."
Esses pensamentos minavam o seu espírito e davam-lhe a impressão de que era um fracassado.
Pensando em desistir, elevou seus pensamentos em oração e disse:
“—Senhor, tenho trabalhado duro e por muito tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força pra fazer aquilo que o Senhor me mandou; entretanto, após todo esse tempo não consegui mover a rocha nem por um milímetro. O que está errado? Por que tenho falhado?"
O Senhor, em sua infinita misericórdia e conhecendo a aflição que tomava conta daquele coração, respondeu-lhe: — “meu filho, quando eu lhe disse para me servir e você aceitou, expliquei-lhe que o seu trabalho seria empurrar a rocha todos os dias, e é o que você tem feito. Eu nunca lhe ordenei que a movesse.
Por que você pensa que falhou? Olhe-se! Seus braços estão fortes e musculosos, suas costas enrijecidas e bronzeadas, suas mãos estão curtidas, suas pernas se tornaram musculosas e firmes. Todos esses atributos lhe fazem melhor do que antes.
Você não moveu a rocha, mas, observe que o seu chamado foi para empurrá-la, exercitando sua fé e confiança em Mim. E isso você fez.”
AGORA, EU MESMO MOVEREI A ROCHA!
Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, tendemos a usar nosso intelecto para decifrar o que Ele quer de nós, quando na verdade o que Ele deseja é apenas nossa obediência e fé.
Em todos os sentidos, exercite a fé que remove montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem as move.
O Senhor chamou-me desde meu nascimento, ainda no seio de minha mãe, Ele pronunciou meu nome. Tornou minha boca semelhante a uma espada afiada, cobriu-me com a sombra de sua mão. Fez de mim uma flecha penetrante, guardou-me em sua aljava. E disse-me: "Tu és meu servo...". (Is 49, 1b-3a).
"A sua vida pertence a Deus. Ela é apenas emprestada à você por um breve período de tempo, após o qual você terá inevitavelmente que devolvê-la."
E o que temos feito da vida que pertence a Deus? Como temos cuidado dela? Deixemos que Cristo a administre e o nome do nosso Deus será engrandecido até o dia em que voltaremos para Ele.